O relatório foi elaborado pela Direção de Governança Pública (GOV), sob a liderança de Elsa Pilichowski, Diretora de Governança Pública da OCDE, e de Nejla Saula, Chefe Interina da Divisão de Anticorrupção e Integridade no Governo (GOV/ACIG). O relatório foi coordenado por Frédéric Boehm e Laura Córdoba Reyes. A Revisão foi redigida por Frédéric Boehm (capítulo 1), Laura Córdoba Reyes (capítulos 2 e 3), Makeddah John (capítulo 4), Pelagia Patsoule (capítulo 5) e Pauline Bertrand (capítulo 6). O relatório se beneficiou enormemente das ideias, revisões e comentários de Elena Koncevičiūtė, Darius Matusevicius, Lalit Golani, Sangyeon Han e Tuzla Lathiff para o capítulo 4; de Chloé Lelievre e Mariane Piccinin Barbieri para o capítulo 5; de Sandrine Hannedouche-Leric e Brooks Hickman para os capítulos 3 e 5; bem como de Charles Baubion, Craig Matasick, Nuria Villanova e Liudas Zdanavicius para o capítulo 6. Camila Gomes prestou apoio inestimável à pesquisa de base. O relatório foi preparado para publicação por Eleonore Morena, e o apoio administrativo foi prestado por Alexandra Favi, Charles Victor, Michaela Faux, Neringa Gudziunaite, Samantha Sánchez e Valentin Py.
A OCDE expressa sua gratidão à Controladoria-Geral da União (CGU) por sua liderança, pelas discussões construtivas e pelo apoio prestado ao longo de todo o processo de elaboração desta Revisão de Integridade. Agradecimentos especiais são dirigidos a Patricia Alvares de Azevedo Oliveira, Renata Alves de Figueiredo, Tatiana Petry, Monique Cerqueira Zuidema, João Paulo Alexandre de Sousa, Giuliana Biaggini D. B. Belisario, Joelisson Alves de Oliveira, André Spencer de Souza Holanda e MariaFernanda Colaco Alves, pelo papel essencial desempenhado na coordenação, nas discussões e nas orientações do presente documento.
Esse documento também reflete as contribuições e a colaboração de diversos representantes do setor público brasileiro que participaram das diferentes atividades do projeto — incluindo a missão de apuração de fatos realizada em junho de 2022, reuniões virtuais e a revisão do relatório —, entre eles: o Tribunal de Contas da União, o Ministério Público Federal, o Supremo Tribunal Federal, a Secretaria-Geral da Presidência da República, o Ministério da Agricultura e Pecuária, o Ministério da Economia, o Ministério da Saúde, o Ministério da Gestão e da Inovação em Serviços Públicos, o Conselho Nacional de Justiça, a Escola Nacional de Administração Pública Programa LideraGOV, a Comissão de Ética Pública, a Secretaria Especial de Modernização do Estado, o Tribunal Superior Eleitoral, representantes das Unidades de Gestão de Integridade e diversas unidades da Controladoria-Geral da União, incluindo a Secretaria Federal de Controle Interno, a Secretaria Nacional de Acesso à Informação, a Corregedoria-Geral da União, a Ouvidoria-Geral da União, a Secretaria de Integridade Privada e a Secretaria de Integridade Pública.
A OCDE também agradece às organizações da sociedade civil e do setor privado por suas valiosas contribuições e perspectivas para a elaboração do relatório, em particular a Transparência Internacional Brasil, a Confederação Nacional do Comércio, a Confederação Nacional da Indústria e a TIM (empresa agraciada com o Selo Pró-Ética).